A Polícia Federal (PF) deflagrou, no dia 10 de setembro de 2026, a Operação Tântalo, que culminou na prisão preventiva de um funcionário da Caixa Econômica Federal no interior da Bahia. A ação policial investiga um esquema de desvios que teria gerado um prejuízo de R$ 7,6 milhões aos cofres da instituição financeira.
O servidor é apontado como o principal suspeito de utilizar o acesso privilegiado ao seu cargo para manipular operações bancárias. Além da detenção, a equipe da PF cumpriu um mandado de busca e apreensão no local para coletar provas sobre as atividades ilícitas.
Detalhes do esquema criminoso
Segundo as apurações iniciais, o investigado aproveitava sua posição para realizar manobras financeiras irregulares. A Polícia Federal suspeita que o funcionário tenha cometido crimes contra a administração pública e contra a fé pública durante a execução do esquema.
Conforme informações divulgadas pela corporação, as práticas incluíam a abertura irregular de contas, a inserção de dados falsos nos sistemas internos, a contratação indevida de crédito e a transferência de valores para benefício próprio. A Polícia Federal segue monitorando o caso.
Próximos passos da apuração
Durante a operação, foram apreendidos dispositivos eletrônicos e diversos documentos. O material passará por perícia técnica para identificar a extensão dos danos e confirmar se houve a participação de outras pessoas no crime.
O objetivo central da investigação agora é rastrear a destinação final dos recursos desviados e buscar a recuperação dos ativos. A corporação trabalha para elucidar todos os delitos relacionados e garantir o ressarcimento dos valores subtraídos da instituição.



